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Como falar em público Julho 10, 2009

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Comunicar-se bem é certamente um diferencial na hora de conquistar uma colocação no mercado de trabalho ou até mesmo conquistar novos postos na empresa onde o profissional já atua. Ao longo de um só dia, nós nos comunicamos com vários receptores, por múltiplos códigos e canais. Entre as principais formas de expressão estão a fala, a escrita, a linguagem de sinais e as expressões faciais e posturais que, muitas vezes, transmitem até o que desejamos esconder. Mas, apesar da comunicação ser diária, vital e permanente, precisamos aprimorá-la e adequá-la às diversas situações com que nos deparamos. Afinal, a comunicação é fundamental para a socialização e cada momento, evento ou contexto demandam formas diferenciadas de mensagem. Desenvolver essa competência implica muito mais do que apenas conhecer e dominar a norma; exige também percepção, dedicação e treinamento. Por mais que um indivíduo seja competente em sua área de atuação, se ele não se sentir confiante para transmitir suas idéias e seu conhecimento com clareza, objetividade e entusiasmo, poderá desperdiçar grandes oportunidades profissionais. No contexto atual, no qual as pessoas atuam em múltiplos cenários, como participantes de equipes multidisciplinares responsáveis pelo treinamento de outros colaboradores ou ainda conduzindo reuniões de negócio, conferências e seminários, a competência comunicativa tornou-se um ingrediente de sobrevivência e o receio de se expor diante de um público pode significar obstáculos às aspirações pessoais, ou seja, um impedimento ou um elemento limitador ao desenvolvimento profissional. No entanto, muitas dificuldades podem ser superadas se houver orientação especializada e adequada.

Todos somos responsáveis pelo desenvolimento da nossa comunicação?

Controle da enxaqueca Julho 9, 2009

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headache2Dor de Cabeça ou enxaqueca? Muitas pessoas se confundem com relação ao significado dessas palavras. Dor de cabeça é uma terminologia popular e dispensa explicações; todos sabem o que significa. Um aspecto interessante é que, embora o queixo, o nariz e os olhos estejam situados na cabeça, ninguém que sinta uma dor numa dessas estruturas diz ter uma dor de cabeça. Assim, o que as pessoas em geral entendem com dor de cabeça é a dor na região do crânio. Já a cefaléia é um termo técnico e significa exatamente o mesmo que dor de cabeça. A enxaqueca é uma forma de cefaléia, mas não a única; existem muitas outras. Para se ter uma idéia, a Sociedade Internacional de Cefaléia reconhece mais de 150 modalidades de dor de cabeça. Entre os médicos especialistas em dor de cabeça, alguns preferem chamar a enxaqueca de migrânea. Ela é uma doença herdada geneticamente, como demonstram as pesquisas que estudam famílias inteiras e pares de gêmeos. Portanto, não se deve dizer que a enxaqueca é algo “normal” ou “com que se deve acostumar”. A enxaqueca tem tratamento e os pacientes se beneficiam grandemente dele, embora, na maioria das vezes não seja possível evitar completamente as crises.

Consumo perigoso Julho 8, 2009

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Recentes pesquisas apontam um avanço do consumo de crack e outras drogas em diversas cidades brasileiras. O governo federal lançou no dia 26 de junho um programa contra drogas em 5 regiões metropolitanas: Porto Alegre, Rio de Janeiro, Vitória, Salvador e Brasília. O programa é lançado no momento em que se veem sinais de endemia de consumo de crack em algumas partes do país. Chamado de ações Integradas, o projeto vai funcionar em três frentes, com trabalhos de prevenção, tratamento e repressão. Um relatório do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime mostra que as apreensões de crack no país passaram de 145 kg, em 2006 para 578 kg em 2007. Esse aumento, dizem especialistas, revela avanço dessa droga no Brasil. Encurralada pelo avanço dos órgãos de repressão em todo o planeta, a bilionária indústria das drogas passa por um processo de decadência em escala global. O uso de cocaína, maconha e opiáceos, que são ópio, morfina e heroína, embora ainda predominante, vem perdendo usuários nos principais mercados do mundo. Um estudo realizado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime mostra que, em termos de consumo, os maiores mercados de cocaína do globo estão estáveis ou em declínio. A principal consequência dessa retração de mercados é a explosão da violência em países como o México, onde narcotraficantes disputam, palmo a palmo, o território. O que aumenta, segundo o estudo, a necessidade de os governos repensarem suas políticas públicas fortalecendo o enfrentamento ao crime, sem diminuir o combate às drogas. O documento, no entanto, identifica um crescimento no uso de uma série de compostos sintéticos, como as anfetaminas, metanfetaminas e ecstasy, em todas as regiões do mundo, sobretudo nos países em desenvolvimento.

A prova do ensino médio Julho 7, 2009

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A mídia noticiou durante semanas as mudanças em alguns dos principais exames de acesso ao ensino superior do país. O Enem, Exame Nacional do Ensino Médio será a única forma de acesse para quase metade das universidades federais. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. A prova inovou ao cobrar competências e habilidades, de uma maneira interdisciplinar, ao ser feita pela primeira vez em 1998. A ideia agora é que o exame cobre também o conteúdo que deveria ter sido aprendido no ensino médio. Com isso, ele passaria a ser usado como a primeira fase dos vestibulares das 55 universidades federais do País. Fora a mudança no formato, a novidade é o fato de uma prova só selecionar candidatos para todas as federais, poupando tempo e estresse dos vestibulandos. A inspiração é o SAT, aceito em todas as universidades americanas e que pode ser feito várias vezes ao ano. O novo Enem vai ter 180 questões divididas em quatro partes: linguagens, matemática, ciências naturais e ciências humanas.

A nova avalição do Enem pegou os alunos do Ensino Médio de surpresa?

A Estética toma conta Julho 6, 2009

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A cirurgia plástica alcançou um papel importante nestes tempos modernos, em que beleza é confundida com perfeição e a imagem correta promove não apenas o aumento da auto-estima, mas a inserção do indivíduo na sociedade. A popularização desses procedimentos cirúrgicos atraiu um novo público. Uma parcela da população com amplo acesso à informação, grande poder de consumo e capacidade de decisão: os adolescentes. Numa fase da vida em que as mudanças corporais são uma constante, muitos se sentem à margem dos padrões de beleza vigentes e procuram na cirurgia plástica uma melhora na qualidade vida. E é neste momento que entra a responsabilidade do cirurgião plástico. Atualmente, no entanto, a mídia criou a falsa impressão de que a cirurgia plástica é a panacéia para todos os males da auto-estima e esta a armadilha que deve ser evitada tanto por profissionais quanto por pacientes. O cirurgião plástico obedece a regras rígidas da ética profissional e tem expertise para optar pela melhor tratamento a ser aplicado em cada paciente, inclusive no encaminhamento a um tratamento psicológico. Os adolescentes são responsáveis por 13% das cirurgias plásticas feitas no país. Ainda que as cirurgias plásticas vivam um momento de popularização dos procedimentos, com facilidades para o pagamento e técnicas menos invasivas, cabe ao cirurgião plástico, profissional especializado e balizado, decidir se as queixas de seus jovens pacientes são procedentes ou não. Norteado por valores éticos e conhecimento específico, este profissional da saúde vai decidir pela melhor solução do problema, que pode ou não passar pela intervenção cirúrgica.

Lugar para todos Julho 3, 2009

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É difícil pensarmos que pessoas são excluídas do meio social em razão das características físicas que possuem, como qualquer outra, como cor da pele, cor dos olhos, altura, peso e formação física. Já nascemos com essas características e não podemos de certa forma ser culpados por tê-las. A inclusão está ligada a todas as pessoas que não tem as mesmas oportunidades dentro da sociedade. Mas os excluídos socialmente são também os que não possuem condições financeiras dentro dos padrões impostos pela sociedade, os idosos, os negros e os portadores de deficiências físicas, como cadeirantes, deficientes visuais, auditivos e mentais. Existem as leis específicas para cada área, como a das cotas de vagas nas universidades, em relação aos negros, e as que tratam da inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O mundo sempre esteve fechado para mudanças, em relações a essas pessoas, porém, a partir de 1981, Organização das Nações Unidas criou um decreto tornando este ano como o Ano Internacional das Pessoas Portadoras de Deficiências. Hoje é comum vermos anúncios em jornais, de empresas contratando essas pessoas, sendo que de acordo com o número de funcionários da mesma, existe uma cota, uma quantidade de contratação exigida por lei. Mas nossa cultura ainda tem uma experiência pequena em relação à inclusão social.

Dentro do sistema capitalista há perspectiva de sociedade igualitária?

Fome de nada Julho 3, 2009

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Essencialmente anorexia é o comportamento persistente que uma pessoa apresenta em manter seu peso corporal abaixo dos níveis esperados para sua estatura, juntamente a uma percepção distorcida quanto ao seu próprio corpo, que leva o paciente a ver-se como “gordo”. Apesar das pessoas em volta notarem que o paciente está abaixo do peso, que está magro ou muito magro, o paciente insiste em negar, em emagrecer e perder mais peso. O funcionamento mental de uma forma geral está preservado, exceto quanto a imagem que tem de si mesmo e o comportamento irracional de emagrecimento. O paciente anorético costuma usar meios pouco usuais para emagrecer. Além da dieta é capaz de submeter-se a exercícios físicos intensos, induzir o vômito, jejuar, tomar diuréticos e usar laxantes. Aos olhos de quem não conhece o problema é estranho como alguém “normal” pode considerar-se acima do peso estando muito abaixo. Não há explicação para o fenômeno, mas deve ser levado muito a sério, pois 10% dos casos que requerem internação para tratamento morrem por inanição, suicídio ou desequilíbrio dos componentes sanguíneos.

Não precisa de diploma? Julho 1, 2009

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No último dia 17, os ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram, por oito votos a 1 que o diploma de jornalismo não é mais obrigatório para exercer a profissão. Na sessão, os ministros analisaram um recurso extraordinário interposto pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo e pelo Ministério Público Federal, este que sustenta que o decreto-lei 972/69, que estabelece as regras para o exercício da profissão de jornalista, incluindo a obrigatoriedade do diploma, não é compatível com a Constituição de 1988. Em novembro de 2006, o Supremo Tribunal Federal garantiu o exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. No último dia 30 de abril, os ministros do STF decidiram derrubar a Lei de Imprensa seguindo o entendimento de que a legislação editada em 1967, durante o regime militar, é incompatível com a Constituição Federal.

A obrigatoriedade do diploma interfere na liberdade de expressão?

Mercado da pesca Junho 30, 2009

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Pesca é a extração de organismos aquáticos do meio onde se desenvolveram para diversos fins, tais como a alimentação, a recreação, a ornamentação, ou para fins industriais, incluindo o fabrico de rações para o alimento de animais em criação e a produção de substâncias com interesse para a saúde – como o “famoso” óleo de fígado de peixe. Esta definição engloba o conceito de aquacultura em que as espécies capturadas são primeiro criadas em instalações apropriadas, como tanques, gaiolas ou viveiros. As principais espécies exploradas pelas pescas no mundo pertencem aos grupos dos peixes, dos crustáceos e dos moluscos. De acordo com “O Estado das Pescarias e da Aquacultura no Mundo”, uma publicação da FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, a produção de pescado no mundo em 2002 foi superior a 94 milhões de toneladaspela atividade extrativa e mais 50 milhões pela aquacultura. Estima-se que o pescado supra actualmente cerca de 16% da proteína consumida pelo Homem. As pescas são igualmente um enorme fornecedor de emprego, contribuindo enormemente para a economia mundial.

Crime contra a infância Junho 29, 2009

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De acordo com o Estatuto da Criança e Adolescente, a violência sexual é considerada crime, conforme artigo 244-A, fazendo parte ainda a exploração sexual e a prostituição infantil sob pena de reclusão de 4 a 10 anos e multa. O Ministério da Justiça apresenta dados que mostram que a prostituição infantil está presente em todas as Capitais e nas grandes cidade. Minas Gerais está entre os estados com maior número de denúncias de exploração sexual infantil e pedofilia “doméstica”. São registradas, diariamente, uma média de 300 denúncias só em BH e região metropolitana. Uma pesquisa feita por entidades que trabalham em parceria com o Ministério da Justiça indica que a cada oito minutos uma criança brasileira é vítima de abuso, ou seja, 60 mil crianças por ano são vítimas de abuso no Brasil: 80% dos casos são contra meninas; 82% são crianças entre 2 e 10 anos; 90% dos casos a criança é abusada por alguém que conhece e ama; pela ordem, o pai biológico, o padrasto, tios, avôs e irmãos; 60% dos casos envolvem pessoas das classes média e média alta. As crianças menores de 12 anos são alvos preferidos dos abusadores sexuais. A violência sexual é hoje uma grande preocupação em todos setores da sociedade, porque afeta como um todo, os grupos, as famílias e o próprio indivíduo seja ele criança, adolescente ou adulto. Caracteriza-se como um problema de saúde pública que precisa ser controlado para não se tornar endêmico e banalizado em suas estatísticas e formas preventivas. Denunciar é a única forma de diminuir e acabar com a violência sexual contra as crianças e adolescentes, principalmente os casos eu estão camuflados dentro do ambiente familiar.

Qual seria a solução para acabar com o abuso sexual infantil?