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Estudo de idiomas Julho 16, 2008

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Falar fluente um idioma já não é mais um diferencial profissional, mas sim, um pré-requisito para quem busca uma vaga no mercado de trabalho ou pensa em crescer profissionalmente. Seja inglês, espanhol, francês ou qualquer outro idioma, hoje é impossível se dar bem falando apenas português. A maioria dos profissionais que ocupam altos cargos em grandes empresas tem fluência em pelo menos um idioma, geralmente o inglês. Mas no mundo globalizado, o profissional deve ter, no mínimo, conhecimentos em outro idioma para garantir um lugar no mercado de trabalho. O inglês é um idioma conhecido em qualquer lugar do mundo. Até na China e no Japão se fala inglês. Daí a importância de todas as pessoas conhecerem o idioma. O tempo de aprendizado de um novo idioma depende muito da dedicação de cada aluno e da capacidade de aprendizagem. Por isso, o segredo de aprender outra língua está no número de horas do curso. O mínimo para um bom aprendizado são 500 horas, ou cerca de um ano e meio, para o nível básico. Depois desse período de estudos, a pessoa pode ter um bom desempenho nos negócios, uma boa base para estudar fora do Brasil e noções para falar o idioma já fluentemente. O ideal é que o estudo do idioma continue depois com mais um ano de nível intermediário e um ano e meio de Inglês avançado. O tempo varia muito de uma escola para outra, mas o importante é continuar treinando mesmo depois de finalizado o curso para não enferrujar os conhecimentos. Quem não tem noção nenhuma de Inglês leva cerca de quatro anos para falar fluentemente. Ter bom vocabulário ajuda muito na hora de se comunicar. Portanto, para ampliar o vocabulário, é interessante tentar aprender 5 palavras novas por dia, no final de um ano vão ser em média mil e 500 novas palavras.

Emprego dos sonhos Julho 14, 2008

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O mercado de trabalho vem apresentando bons resultados. Exemplo disso, é a queda na taxa de desemprego, a formalização do emprego e o aumento real de salário. Mas encontrar um espaço no mercado de trabalho continua sendo uma tarefa difícil. Faltam vagas e os empregadores exigem demais para admitir um funcionário. Às vezes é solicitado até requisitos que não têm conexão com as funções que a pessoa vai desempenhar. E o que fazem os que estão em busca de um emprego para encontrar a tão sonhada colocação? A maioria ainda usa a rede de amigos, a família e os conhecidos, como mostra uma pesquisa feita pela Fundação Seade em quase 35 mil casas na Grande São Paulo, entre abril e dezembro de 2001. O levantamento queria saber como as pessoas passavam da situação de desempregadas para inativas, depois para ocupadas e, finalmente, empregadas. A pesquisa mostrou que os trabalhadores usavam diversos mecanismos. Do total, 79,5% utilizavam a rede de amigos, família e conhecidos. 66% o contato direto com a empresa. 39,8% agências de emprego privadas. 28,8% recorriam a anúncios de jornais. 5% à internet e 3,6% tentavam abrir o próprio negócio. Mas o primeiro requisito para quem deseja um emprego é deixar o desânimo de lado e ter muita vontade de encontrá-lo. Em seguida, é importante que o trabalhador faça uma auto-avaliação para saber qual emprego procurar. Só depois de ter clareza do conhecimento e da capacidade pessoal é que se deve preparar o currículo e toda a documentação. O candidato a emprego deve acessar todas as fontes onde são oferecidas vagas de trabalho e não ter vergonha de pedir ajuda a amigos e a família.

Sagrado e profano Julho 11, 2008

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Para muitos, a palavra “profano” simplesmente define alguma coisa que não é “sagrada”. Já outros dizem que esta palavra tem um significado negativo. Profanar, sem dúvida é algo ruim. Mas de onde viria esta palavra? Alguém pode levar uma vida profana e ser santo? O papa Bento 16 reafirmou categoricamente que é preciso respeitar a dimensão laica das coisas. A moeda tem duas faces. Por isso, deve-se dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de César. Isso mostra a tendência humana e social de tentar harmonizar o sagrado e profano. E é a partir desse conceito que surgem cristécas, concursos para miss crente , shows e espetáculos pirotécnicos. Tudo em nome de Deus. Portanto, sacralizar ao profano pode ser tão ruim quanto profanar o sagrado. Mas é claro que existe hoje o fenômeno da “secularização”. Isto é mais comum na Europa, mas já chega por aqui. Existem jovens que não têm nenhum conhecimento e vivência do âmbito sagrado. Outro fenômeno é o “laicismo”. Muitos cristãos teimam em aprisionar a religião dentro das igrejas e impedir que seus representantes emitam qualquer tipo de opinião na vida pública. A Igreja tem uma dimensão profana. Não se assuste com esta afirmação. Pro-fano significa “fora da igreja”. E é isso mesmo que muitas instituições religiosas afirmam sobre cristianismo. Para eles, ser critão é mais do que ir a igreja ou fazer uma prece. Na verdade, ser cristão é testemunho e instrução e consagração.

Crimes do volante Julho 2, 2008

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No Brasil a cada ano mais de 40 mil pessoas perdem a vida em acidentes de trânsito. Só nas rodovias paulistas, em 2001, ocorreram 61 mil acidentes com duas mil e 300 mortes e 23 mil pessoas gravemente feridas. Até 15 de fevereiro desse ano, já morreram 703 pessoas nas rodovias federais.  Em todo o mundo o trânsito ceifa vidas. Mas os índices brasileiros são alarmantes e disparam na frente de qualquer país. O erro humano é responsável por mais de 90% dos acidentes registrados. E as principais imprudências causadoras de acidentes fatais são velocidade excessiva, dirigir sob efeito de álcool, manter distância insuficiente de outros carros, uso de drogas e desrespeito à sinalização. De acordo com a lei, o homicídio culposo na direção de veículo prevê detenção de 2 a 4 anos e suspensão da carteira de habilitação. A pena pode ser aumentada até 50%, se o motorista não possuir permissão para dirigir ou deixar de prestar socorro a vítima. Mas de todas as imprudências de trânsito, o uso de alcoól ou drogas no volante é a mais fatal. As estatísticas médicas indicam que os responsáveis pelos acidentes de trânsito, na maioria dos casos, haviam ingerido algum tipo de bebida ou estavam sob o efeito de drogas. A nova medida provisória brasileira, conhecida como “lei seca”, pretende ser mais rígida nas punições contra motoristas que dirigem após beber. Segundo a lei, dois decigramas de álcool por litro pode causar uma multa de R$ 955, mais sete pontos na habilitação e suspenção do direito de dirigir por um ano.