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Doentes por remédio Maio 6, 2008

Posted by 50minutos in Em debate.
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A automedicação mata mais de 20 mil pessoas todos os anos.

 

O problema da automedicação é uma realidade no brasil. mais de 20 mil pessoas morrem no país, vítimas de automedicação. Mesmo sabendo que é perigoso ingerir remédios com base na indicação do balconista da farmácia, de amigos, ou achando que os sintomas são de uma doença que conhece ou já teve. Muitas pessoas ainda recorrem a automedicação, para economizar a consulta médica e o exame diagnóstico. Mas, em geral, essa conduta sai mais caro. Os remédios podem agravar doenças, mascarar sintomas, ter efeitos colaterais danosos, ou no mínimo, servir para nada. Existem pessoas que fazem uso de medicamentos que sobraram, sem ter certeza de que se trata da mesma doença. Outras não sabem que a indicação do balconista, ou de amigos, pode induzir à compra de medicamentos sem garantia de qualidade. Outras ainda com uma única receita médica, no mesmo dia, compram várias vezes o mesmo remédio e o consome indiscriminadamente.

Doação de órgãos Maio 6, 2008

Posted by 50minutos in Debate.
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O Brasil vive um momento dramático no que diz respeito à doação de órgãos e transplante.

A carência de doadores de órgãos é ainda um grande obstáculo para a efetivação de transplantes no Brasil. Mesmo nos casos em que o órgão pode ser obtido de um doador vivo, a quantidade de transplantes é pequena diante da demanda de pacientes que esperam pela cirurgia. A falta de informação e o preconceito também acabam limitando o número de doações obtidas de pacientes com morte cerebral. Com a conscientização efetiva da população, o número de doações pode aumentar de forma significativa. Para muitos pacientes, o transplante de órgãos é a única forma de salvar suas vidas. Hoje, no Brasil, para ser doador não é necessário deixar nada por escrito, em nenhum documento. Basta comunicar sua família do desejo de doação. A doação de órgãos só acontece após autorização familiar. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea e parte do pulmão. Para lei, parentes até quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Os não-parentes, somente com autorização judicial. Já o doador cadáver é um paciente em UTI com morte encefálica, geralmente vítima de traumatismo craniano ou derrame cerebral. A retirada dos órgãos é realizada num centro cirúrgico como qualquer outra cirurgia.  Nesse caso podem ser doados o Coração, pulmão, fígado, pâncreas, intestino, rim, córnea, veia, ossos e tendão. Os órgãos doados vão para os pacientes que necessitam de um transplante e estão aguardando em lista única, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada Estado e controlada pelo Ministério Público.