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O desafio de ser Mãe Maio 8, 2009

Posted by 50minutos in Em debate.
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A falta de tempo é a maior reclamação da mulher contemporânea. Filhos, cuidar da casa e dar conta do trabalho são tarefas árduas para a mãe que sai cedo de casa e chega exausta no final do dia. E ainda vai fazer o lanche das crianças para o dia seguinte, tomar a lição e, quem sabe, namorar o marido. A queima de sutiãs na década de 1970 levou as mulheres a uma série de conquistas, como melhores empregos, mas não eliminou a dupla jornada. A maior parte das brasileiras, independentemente da classe social, sustenta a família ou contribui ao menos com metade do orçamento familiar. Então, como dar conta da filharada e ter uma carreira de sucesso sem sentir culpa? Muitas mães ainda se sentem penalizadas ou por não desempenhar a maternidade como sonharam ou por não se dedicar à carreira como gostariam. Quando as crianças são pequenas, o conflito é ainda maior. Mesmo aquelas que optaram por ter filhos mais tarde, e teoricamente teriam mais condições de equilibrar com habilidade essa balança, se cobram. A divisão de tarefas nos trabalhos domésticos por vezes é vista como algo excepcional. Homens que trocam fraldas e fazem papinha são levados ao Olimpo. Não deveria. Afinal, hoje o descendente de Adão não é mais o único provedor. A terceirização dos cuidados dos filhos é sempre um dilema. Escola ou babá? Assim como existem escolas péssimas e babás maravilhosas, o vice-versa também vale. Os especialistas costumam dizer que a idade ideal para se colocar uma criança na escola é a partir de um ano. A escolinha pode estimular mais seu filho ao aprendizado e proporcionar maior convívio social. Ao mesmo tempo, existe o trabalho de levar e ir buscar e o perigo do contágio das doencinhas. Por sua vez, as mães que delegam seus filhos às babás podem deixá-los expostos a uma outra cultura, como falar errado. Em compensação, muitas dessas profissionais são dedicadas, carinhosas e podem prover mais segurança às crianças, principalmente se elas forem pequenas. Diferentemente dos anos 70, hoje não existe mais um padrão da mãe trabalhadora. Cada uma escolhe a melhor maneira de criar os filhos, dependendo das condições.

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