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Livre-se dela Agosto 31, 2009

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Durante muitos anos, a gordura saturada foi considerada a grande vilã das doenças cardiovasculares. Agora, o olhar vigilante de médicos e nutricionistas volta-se contra uma prima dela, cujos efeitos podem ser ainda piores: a gordura trans. É bem provável que você nunca tenha ouvido falar dela, mas a gordura trans está no salgadinho de pacote, na batatinha frita das lanchonetes fast food, na maioria das margarinas, na pipoca de microondas, nos bolos e tortas industrializados e nas bolachas. Assim como a gordura saturada, a trans aumenta os níveis de LDL, o mau colesterol que circula no sangue. Mas seu efeito nocivo vai mais além porque ela também diminui os índices do HDL, o bom colesterol. A gordura é um dos componentes essenciais para a dieta humana. Com medo de perder consumidores, a indústria está atrás de outros jeitos de solidificar óleos. A mais nova vedete dos químicos é a interesterificação, processo que aumenta o ponto de fusão das gorduras sem alterar sua estrutura básica. É com ela que se faz, por exemplo, as margarinas sem trans que já existem no mercado. A tecnologia é um pouco mais cara, mas essas novas gorduras não fazem nenhum mal à saúde. Até que alguma pesquisa mostre o contrário.

Sociedade vigiada Agosto 26, 2009

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privacidade

Você já parou para pensar em quantos lugares diferentes os seus dados estão armazenados? E que na maioria das vezes os dados são fornecidos por você? Emprego, previdência, imposto de renda, cartões, crediários, escola, cursos e isso tudo sem contar as centenas de sites na internet onde colocamos nossos dados, indo dos portais de relacionamento às contas que temos em provedores e e-mails. O que isso significa é que, voluntariamente, estamos abrindo mão de dados que são só nossos, abrindo nossas vidas e nossa privacidade aos outros. Quem já não recebeu mala direta em casa? E como foi que descobriram o endereço? É claro que através de algum banco de dados que foi formado a partir de nossa própria informação. Ainda não instalaram os controles, mas eles estão chegando e um passo neste sentido são as câmeras que várias cidades brasileiras estão adotando. E isso caminha no sentido de termos mais e mais câmeras nos vigiando, seja dentro de um shopping center, seja na rua. Tudo para que nos sintamos seguros e um mundo onde a sensação de violência e de insegurança só aumenta. Do jeito que as coisas caminham, dentro de pouco tempo vamos protagonizar, a cada dia, o nosso próprio Big Brother. E ele virá sob a desculpa de que é necessário para coibir a violência, a insegurança e nos deixar tranquilos. O que ninguém diz é que também estamos sendo vigiados.

Somos vítimas dos avanços tecnológicos ou o fim da privacidade era realmente inevitável?

O mal silencioso Agosto 25, 2009

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A hipertensão é um mal silencioso. A ausência de sintomas bem definidos retarda o diagnóstico da doença que, muitas vezes, é feito somente quando problemas mais sérios aparecem. E quando falamos em problemas sérios, estamos falando de comprometimentos vasculares, tanto cerebrais, quanto cardíacos. Dentre os fatores de risco para mortalidade, a hipertensão explica 40% das mortes por Acidente Vascular Cerebral e 25% daquelas por doença coronariana. No Brasil, a principal causa de morte em todas as regiões do país é o AVC, o popular derrame, acometendo as mulheres em maior proporção. Segundo o Ministério da Saúde, dos que sobrevivem à ocorrência de derrames, 50% ficam com algum grau de comprometimento. Especialistas recomendam que a pressão arterial deve ser medida regularmente, no mínimo, uma vez por ano, inclusive por aqueles que não têm ou desconhecem ter a doença. A recomendação se aplica também às crianças, a partir dos três anos de idade. Já para os hipertensos, a verificação da pressão deve ser muito mais freqüente para o controle adequado da doença.

Desafios da educação infantil Agosto 24, 2009

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A educação das crianças de zero a 6 anos em estabelecimentos específicos de educação infantil vem crescendo no mundo inteiro e de forma bastante acelerada, seja em decorrência da família de contar com uma instituição que se encarregue do cuidado e da educação de seus filhos pequenos, principalmente quando os pais trabalham fora de casa, seja pelos argumentos advindos das ciências que investigam o processo de desenvolvimento da criança. Se a inteligência se forma a partir do nascimento e se há “janelas de oportunidade” na infância quando um determinado estímulo ou experiência sobre a inteligência do que em qualquer outra época da vida, descuidar desse período significa desperdiçar um imenso potencial humano. Atuar como professor com alunos da Educação Infantil é um desafio cada vez mais estimulante. Crianças na faixa etária de 0 a 6 anos representam um mundo de possibilidades. Elas estão prontas para desabrochar para a vida e a espera de um ambiente sócio-educativo que dê condições para que este processo de desenvolvimento e criatividade aflore. Considerando que esses fatores continuam presentes, e até mais agudos nesses anos recentes, é de supor que a educação infantil continuará conquistando espaço no cenário brasileiro como uma necessidade  social.

O que precisa ser feito para melhorar a qualidade da educação infantil no país?

Você é criativo? Agosto 21, 2009

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A criatividade é a ferramenta mais adequada para encontrarmos maneiras de fazer mais com menos, de reduzir custos, de simplificar processos e sistemas, de aumentar lucratividade, de encontrar novos usos para produtos, de encontrar novos segmentos de mercado, de diferenciar o curriculum, de desenvolver novos produtos e muito mais. Muitas empresas já se conscientizaram de que o seu capital humano, o seu potencial criativo é muito superior ao seu desempenho criativo e inovador. O problema é que elas não sabem como organizar, como aproveitar todo este potencial criativo que está disponível. Isto é comprovado pela qualidade das idéias inesperadas que surgem de vez em quando. Por que então esperar as idéias “de vez em quando?” Por que não estimular a produção destas idéias no dia-a-dia? Este é o melhor caminho. Muitas empresas já estão criando o seu Departamento ou equipe de Criatividade e Inovação. Criatividade é uma maneira de ser, de viver. O primeiro passo é exercitar todo o potencial de gerar idéias. Acostumar-se a criar a maior quantidade de idéias sem pré-julgar nenhuma. Acredita-se que o potencial criativo humano tenha início na infância. Quando as crianças têm suas iniciativas criativas elogiadas e incentivadas pelos pais, tendem a ser adultos ousados, propensos a agir de forma inovadora. O inverso também parece ser verdadeiro. Quando as pessoas sabem que suas ações serão valorizadas, parecem tender a criar mais. O medo do novo, o apego aos paradigmas são formas de consolidar o status quo. Quando sentem que não estão sob ameaça, de perder o emprego ou de cair no ridículo, por exemplo, as pessoas perdem o medo de inovar e revelam suas habilidades criativas. Algumas pessoas acreditam que ver a criatividade como habilidade passível de desenvolvimento é um grande passo para o desenvolvimento humano, enquanto outras têm a visão de que a criatividade é uma habilidade inata, ligada a fatores genético/hereditários e, portanto, determinista.Certas pessoas também admitem que a criatividade não tem necessariamente ligação com o quociente de inteligência, que ela tem mais afinidade com motivação do que com inteligência.

Poluição sonora Agosto 20, 2009

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Com o crescimento desordenado das cidades e o surgimento das grandes indústrias, as pessoas passaram a conviver com a poluição de lagos, rios e das próprias metrópoles. Nesse cenário, um outro tipo de poluição que não pode ser visto e com o qual as pessoas de certa forma se acostumaram pode ser considerado um dos maiores problemas da vida moderna: a poluição sonora. A poluição sonora se dá através do ruído, que é o som indesejado, sendo considerada uma das formas mais graves de agressão ao homem e ao meio ambiente. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o limite tolerável ao ouvido humano é de 65 dB. Acima disso, nosso organismo sofre estresse, o qual aumenta o risco de doenças. Com ruídos acima de 85 dB aumenta o risco de comprometimento auditivo. Dois fatores são determinantes para mensurar a amplitude da poluição sonora: o tempo de exposição e o nível do barulho a que se expõe a pessoa. A poluição sonora frequente pode causar danos à saúde humana mesmo a partir de níveis de ruídos baixos. Já em 1910  Roberto Koch profetizou: “Um dia a humanidade terá que lutar contra a poluição sonora, assim como contra a cólera e a peste”. O ponto de ataque da poluição sonora não é o aparelho auditivo, mas sim o sistema endócrino, especialmente as glândulas que produzem o cortisol e outros corticosteróides. Desta maneira, níveis de ruído a partir de 45 decibéis podem ser nocivos à saúde humana, quando a diferença de medição for maior que 3 dB do nível de ruído de fundo. Já a partir de 55 dB pode-se considerar uma fonte sonora como incómodo. Se este nível de ruído permanecer por um período de tempo longo, a produção pessoal pode cair e a sensação de mal-estar de quem está submetido a esta fonte sonora pode aumentar enormemente. Emissões sonoras entre 60 a 75 db produzem stress físico. Este tipo de poluição sonora pode determinar uma hipertonia arterial e provocar doenças circulatórias, como o enfarte do miocárdio e até mesmo serem a causa de úlcera estomacais.

A poluição sonora também um problema social? Como resolver?

Quando o ponto da balança ultrapassa o limite Agosto 19, 2009

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Obesidade

A obesidade é o maior problema de saúde da atualidade e atinge indivíduos de todas as classes sociais, tem etiologia hereditária e constitui um  estado de má nutrição em decorrência de um distúrbio no balanceamento dos nutrientes, induzindo entre outros fatores pelo excesso alimentar. O peso excessivo causa problemas psicológicos, frustrações, infelicidade, além de uma gama enorme de doenças lesivas. O aumento da obesidade tem relação com: o sedentarismo, a disponibilidade atual de alimentos, erros alimentares e pelo próprio ritmo desenfreado da vida atual. A obesidade relaciona-se com dois fatores preponderantes: a genética e a nutrição irregular. A genética evidencia que existe uma tendência familiar muito forte para a obesidade, pois filhos de pais obesos têm 80 a 90% de probabilidade de serem obesos. Hoje, consumimos quase 20% a mais de gorduras saturadas e açúcares industrializados. Para emagrecer, deve-se pensar sempre, em primeiro lugar, no compromisso de querer assumir o desafio, pois manter-se magro, após o sucesso, será mais fácil.

Primeiro alimento do bebê Agosto 18, 2009

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A futura mamãe que está esperando a chegada do seu bebê, depara-se durante a gestação, com muitas dúvidas, medos e ansiedades, todas voltadas para aquele ser tão pequenino, tão desejado e que irá sair do ventre dela para um mundo completamente diferente daquela barriga acolhedora e confortável. Neste período, tantas questões invadem os pensamentos das mamães que são abrangidos desde perguntas do tipo: “como trocar uma fralda?”; “Como dar banho?”; “Como segurá-lo?”; “Amamentar dói?” Todas as dúvidas que aparecerem devem ser questionadas com os profissionais especializados, pois sendo informada, a mamãe poderá sentir toda a tranqüilidade para lidar com este novo ser que está vindo e que necessita de todo o amor da família. Desde o inicio dos tempos a amamentação é uma atividade utilizada por todas as mulheres do mundo e por isso deve-se ter um cuidado e uma atenção especial na relação mãe e bebê. A amamentação é uma atividade básica que preenche todas as necessidades nutricionais da criança, em seus primeiros meses de vida, o leite é o grande eixo para a harmoniosa interação mãe/filho. O uso da mamadeira deve ser usada apenas quando por algum motivo não puder ser dado o leite através do seio. Nos primórdios dos tempos não existia mamadeira a dificuldade das mães era imensa em relação à nutrição de seus bebês. A modernidade acaba trazendo condições e tecnologias rápidas, práticas e que muitas vezes acabam provocando alterações adversas. Muitas mães decidem contribuir para a renda familiar em casa, muitas vezes esta situação impossibilita a mãe de aleitar adequadamente e vê-se obrigada a introduzir o uso da mamadeira ainda nos primeiros meses de vida do bebê.

A reunião bem planejada Agosto 17, 2009

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Segundo pesquisas, passamos ¼ do tempo em reuniões. Mas será que elas são sempre produtivas? Quantas vezes saímos de uma sala de reunião com a sensação de que o tempo gasto teria sido melhor aproveitado se estivéssemos cuidando de outras atividades? De qualquer forma, as reuniões nos possibilitam partilhar experiências, obter informações, contribuem para a sinergia da equipe, produzem idéias e soluções melhores do que as individuais; portanto, são necessárias. É impossível pensar em empresa ou projeto que tenha se tornado realidade sem uma reunião. Por outro lado, muitos entram e saem desses encontros com a sensação de que pouco foi feito. Os motivos variam. Falta de preparo de quem as organiza e participa, ausência de figuras-chave, presença de pessoas desnecessárias e falta de foco do time estão entre as principais razões. Uma pesquisa mostrou que o Brasil está um pouco acima da média quando se trata de reclamações sobre o planejamento de pauta da reunião. Isso significa que faltam definição dos temas, envio antecipado aos participantes do material a ser discutido, liderança para coordenar a reunião e objetividade dos envolvidos para que a discussão necessária se transforme em conclusão. Então, qual seria a solução para esse problema?

A falta de planejamento nas reuniões pode mostrar que o líder não está sendo um bom administrador?

Um coração vencedor Agosto 14, 2009

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Infarto

O coração funciona como uma bomba que injeta e distribui sangue para todo o corpo humano. Quando se contrai, leva sangue pelas artérias; e quando se dilata, traz o sangue de volta para dentro dele, pelas veias. A parada cardíaca ocorre quando o coração para de funcionar. Nessa condição, ele deixa de exercer a função de bomba, tornando inviável a circulação do sangue pelo organismo. O infarto é a causa mais comum de parada cardíaca na população. Além de fazer com que o sangue circule pelo corpo, o coração também precisa de sangue para o próprio funcionamento. Quando há obstrução de um vaso que alimenta o órgão, a região relacionada a esse vaso pode vir a morrer. Isso é o infarto do miocárdio. Em caso de parada cardíaca, é fundamental que haja atendimento rápido. Em alguns casos, é possível reverter o quadro. Quando o atendimento é feito prontamente, diminuem os riscos de lesão cerebral. Além do infarto, há outras diversas causas que podem levar à parada cardíaca, como insuficiência cardíaca em fase terminal, embolia pulmonar, arritmia cardíaca congênita, entre outras. O infarto sempre esteve associado à velhice, uma doença que teria como vítima predileta quem já passou dos 60 anos. Puro engano, sobretudo no Brasil. A freqüência de ataques do coração entre brasileiros com menos de 55 anos é 40% maior que a média no resto do mundo. E pior: nessa faixa etária o infarto tende a ser fulminante. Isso ocorre porque o coração ainda não viveu o suficiente para criar a chamada circulação colateral – uma rede de pequenos vasos que se forma com a idade e serve de caminho alternativo para a irrigação sanguínea. Os mais jovens não devem ignorar os riscos das doenças cardíacas. As atenções dispensadas ao músculo cardíaco devem começar ainda na juventude. Os primeiros controles preventivos do coração são recomendados a partir dos 20 anos. O infarto é conseqüência de um mal de evolução lenta e silenciosa. Erroneamente, muitos acreditam que seria suficiente levar uma vida saudável para manter o coração funcionando bem. Obviamente, fugir dos fatores de risco é um cuidado essencial nesse caso. Mas não basta. É preciso ter em conta outros fatores, como os genéticos. Homens e mulheres com histórico de infarto na família devem redobrar a atenção.