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O novo idioma obrigatório Agosto 11, 2009

Posted by 50minutos in Em debate.
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O ensino de espanhol será disciplina obrigatória nos currículos escolares a partir de 2010 em todo o Brasil. De acordo com a lei 11.161, sancionada pelo presidente Lula em 2005, todas as escolas de Ensino Médio deverão oferecer aulas do idioma aos seus alunos. A pouco menos de seis meses da exigência, muitos professores já estão se atualizando profissionalmente para se candidatar à essas vagas, principalmente na rede particular de ensino. O espanhol é atualmente um idioma falado por mais de 420 milhões de pessoas, sendo a segunda língua mais falada no mundo ocidental. Além da Espanha, é a língua oficial de 20 países, localizados na sua maioria na América Latina. Dados da Secretaria de Educação Básica dão conta que o País, em 2007, tinha mais de 12 mil professores aptos a ensinar a língua espanhola nas escolas. Mas segundo o Censo escolar são necessários de 22 mil a 24 mil para atender a nova demanda. Os jovens, sejam japoneses, franceses, angolanos, brasileiros ou mexicanos, vêem os mesmos filmes, curtem as músicas de sucesso internacional, lêem os best-sellers e acessam ao mesmo tempo as páginas da internet. E fazem tudo isso usando, além da língua materna, o inglês e também o espanhol, que amplia cada vez mais seu alcance. Por isso, o ensino de Língua Estrangeira vem se modificando e hoje busca, como principal objetivo, fazer com que os estudantes participem ativa e criticamente de um mundo com fronteiras diluídas no que diz respeito ao acesso à informação. As pesquisas mais recentes no ensino das disciplinas estão vinculadas à perspectiva sociointeracionista, defendida pelos Parâmetros Curriculares Nacionais. Essa visão leva em conta as necessidades dos alunos. Sempre se deve perguntar por que o brasileiro precisa aprender outra língua e para quê. Ao estudar um segundo idioma, o aluno usa conhecimentos prévios de leitura e escrita e faz analogias com a língua materna. Embora a maior parte dessas comparações não tenha correspondência, existe um conceito abrangente, vindo da área de Alfabetização, que pode ser usado em Língua Estrangeira: o desenvolvimento de comportamentos leitores e escritores por meio das práticas sociais.

A genética da pele branquinha Agosto 11, 2009

Posted by 50minutos in Em debate.
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DNAimagem

Tem gente de olhos castanhos, de olhos azuis, verdes, bem pretinhos e de várias outras cores diferentes. Quando olhamos para a pele das pessoas, vemos que existem vários tons também. Assim como acontece com o tipo de cabelo e com os traços do rosto. Cada um tem suas próprias características físicas e de comportamento: tem os mais animados, os azedos, os preguiçosos… portanto, não dá para falar que alguém é mais “normal” ou mais brasileiro do que o outro. A única coisa que podemos notar é o que é mais comum ou mais raro. Os albinos estão nesse segundo grupo. Não é muito fácil encontrá-los pela rua. Por isso, às vezes, eles recebem injustos olhares de estranhamento vindos de quem nunca ouviu falar de albinismo. Em um país tropical como o Brasil, cheio de gente morena, algumas pessoas ainda se surpreendem ao ver os albinos, branquinhos e de olhos azulados. Algumas têm o péssimo hábito de fazer piadinhas, brincadeiras de mau gosto e até maltratá-los na rua. Trata-se de pessoas com ausência de pigmentação na pele e na retina, ou seja, elas não têm melanina, responsável por dar cor às partes externas do corpo e proteção à pele contra a radiação do sol. Por isso, têm olhos, pele e cabelo bem clarinhos. O albinismo é resultado de uma herança genética rara, porque tanto o pai quanto a mãe devem ter o gene que o determina. Isso significa que não existe o menor risco de alguém se tornar albino, eles são assim desde o nascimento.