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Um coração vencedor Agosto 14, 2009

Posted by 50minutos in Em debate.
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Infarto

O coração funciona como uma bomba que injeta e distribui sangue para todo o corpo humano. Quando se contrai, leva sangue pelas artérias; e quando se dilata, traz o sangue de volta para dentro dele, pelas veias. A parada cardíaca ocorre quando o coração para de funcionar. Nessa condição, ele deixa de exercer a função de bomba, tornando inviável a circulação do sangue pelo organismo. O infarto é a causa mais comum de parada cardíaca na população. Além de fazer com que o sangue circule pelo corpo, o coração também precisa de sangue para o próprio funcionamento. Quando há obstrução de um vaso que alimenta o órgão, a região relacionada a esse vaso pode vir a morrer. Isso é o infarto do miocárdio. Em caso de parada cardíaca, é fundamental que haja atendimento rápido. Em alguns casos, é possível reverter o quadro. Quando o atendimento é feito prontamente, diminuem os riscos de lesão cerebral. Além do infarto, há outras diversas causas que podem levar à parada cardíaca, como insuficiência cardíaca em fase terminal, embolia pulmonar, arritmia cardíaca congênita, entre outras. O infarto sempre esteve associado à velhice, uma doença que teria como vítima predileta quem já passou dos 60 anos. Puro engano, sobretudo no Brasil. A freqüência de ataques do coração entre brasileiros com menos de 55 anos é 40% maior que a média no resto do mundo. E pior: nessa faixa etária o infarto tende a ser fulminante. Isso ocorre porque o coração ainda não viveu o suficiente para criar a chamada circulação colateral – uma rede de pequenos vasos que se forma com a idade e serve de caminho alternativo para a irrigação sanguínea. Os mais jovens não devem ignorar os riscos das doenças cardíacas. As atenções dispensadas ao músculo cardíaco devem começar ainda na juventude. Os primeiros controles preventivos do coração são recomendados a partir dos 20 anos. O infarto é conseqüência de um mal de evolução lenta e silenciosa. Erroneamente, muitos acreditam que seria suficiente levar uma vida saudável para manter o coração funcionando bem. Obviamente, fugir dos fatores de risco é um cuidado essencial nesse caso. Mas não basta. É preciso ter em conta outros fatores, como os genéticos. Homens e mulheres com histórico de infarto na família devem redobrar a atenção.

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