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Todos querem respirar Setembro 21, 2009

Posted by 50minutos in Em debate.
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A poluição com que estamos sujeitos a conviver é uma realidade inquestionável. A instalação de indústrias na região sem o devido controle de emissões e o aumento da mobilidade baseado nos meios de transportes individuais vêm degradando o ambiente e afetando a qualidade de vida das pessoas, a eficiência econômica e a própria produtividade das cidades. A poluição da Grande São Paulo por exemplo, é pior do que se imaginava se considerada a presença de poeira fina nas medições realizadas pelos órgãos competentes. O ar metropolitano vem sendo reprovado no padrão máximo de poeira fina, que é de dez microgramas, e agora se observa praticamente o dobro dos índices suportáveis. Na prática, se o Estado começar a levar em consideração esses valores, o ar será considerado impróprio praticamente todos os dias. A poeira fina é considerada hoje pela Organização Mundial da Saúde, o principal indicador dos danos que a poluição provoca na saúde das pessoas devido à agressividade da poeira nos pulmões e na corrente sanguínea. A partir de meados do século XVIII, com a Revolução Industrial, aumentou muito a poluição do ar. A queima do carvão mineral despejava na atmosfera das cidades industriais européias, toneladas de poluentes. A partir deste momento, o ser humano teve que conviver com o ar poluído e com todos os prejuízos vindos “progresso”. Atualmente, quase todas as grandes cidades do mundo sofrem os efeitos daninhos da poluição do ar. Cidades como São Paulo, Tóquio, Nova Iorque e Cidade do México estão na lista das mais poluídas do mundo. A poluição gerada nas cidades de hoje são resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis como, por exemplo, carvão mineral e derivados do petróleo. A queima destes produtos tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono na atmosfera. Estes dois combustíveis são responsáveis pela geração de energia que alimenta os setores industrial, elétrico e de transportes de grande parte das economias do mundo. Por isso, deixá-los de lado atualmente é extremamente difícil.

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