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Saúde e prevenção de doenças bucais Outubro 14, 2009

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Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, cerca de 30 milhões de brasileiros, nunca estiveram em um consultório odontológico. Talvez, por essa razão, muita gente ainda acredite que os problemas bucais estejam limitados apenas às cáries. A boca é o órgão do corpo humano mais exposto a processos infecciosos e traumáticos. São inúmeros os males capazes de afetar o sorriso de uma pessoa, especialmente dos mais desleixados. A falta de higiene e de cuidados essenciais com a limpeza dos dentes e de toda a cavidade bucal é a principal responsável por doenças que vão desde uma simples gengivite até tumores. Traumas e outros agentes externos também causam complicações. Dentes quebrados ou mal posicionados, restauração dentária em excesso e próteses e dentaduras que machucam provocam lesões e infecções crônicas. Há ainda a possibilidade de medicamentos favorecerem o aparecimento de inflamações, como o que ocorre com o uso contínuo de drogas destinadas ao controle da pressão arterial e das crises de epilepsia.

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Resgate da Infância Outubro 12, 2009

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A infância é o período que vai desde o nascimento até aproximadamente o décimo-primeiro ano de vida de uma pessoa. É um período de grande desenvolvimento físico, marcado pelo gradual crescimento da altura e do peso da criança, especialmente nos primeiros três anos de vida e durante a puberdade. Mais do que isto, é um período onde o ser humano desenvolve-se psicologicamente, envolvendo graduais mudanças no comportamento da pessoa e na adquisição das bases de sua personalidade. As crianças têm direito de vivenciar a sua infância e não deixa-la passar rapidamente sem as cantigas de roda, sem os jogos e brincadeiras. É preciso lembrar que a globalização trouxe mudanças à identidade da infância. Essa identidade é hoje resultante de vários processos políticos, econômicos, culturais e sociais. Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de “criar” o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes. Entretanto, a data não se tornou uma unanimidade imediata. Somente em 1955, a data começou a ser celebrada a partir de uma campanha de marketing elaborada por uma indústria de brinquedos. Primeiramente, Eber Alfred Goldberg, diretor comercial da empresa, lançou a chamada “Semana do Bebê Robusto”. O sucesso da campanha logo atraiu a atenção de outros empresários ligados à indústria de brinquedos. Com isso, lançaram uma campanha publicitária promovendo a “Semana da Criança” com o objetivo de alavancar as vendas. Os bons resultados fizeram com que esse mesmo grupo de empresários revitalizassem a comemoração do “12 de outubro”. Dessa forma, o Dia das Crianças passou a incorporar o calendário de datas comemorativas do país. Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem! Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a Organização das Nações Unidas reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças.

Cuidados com a saúde das crianças Outubro 7, 2009

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Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha. Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais. Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias. Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado – a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda. A explicação é que as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência. Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar. Existe uma discussão considerável sobre os motivos que estão produzindo as multidões de crianças obesas que avançam pelo Século XXI. A causa mais comum repousa no desequilíbrio entre o que a criança come e a energia que ela gasta. A dieta brasileira tradicional, composta de arroz, feijão, carne, saladas, legumes e frutas vem sendo substituída por opções ricas em calorias, porém nem sempre com bom valor nutricional. E para piorar a situação, as porções dos lanches vêm aumentando assustadoramente. As refeições hipercalóricas não são um problema das classes mais favorecidas: as estatísticas mostram que a Obesidade Infantil afeta todos os níveis sociais. Afinal de contas, é simples, barato e fácil comprar e consumir alimentos ricos em calorias que alimentos mais saudáveis. Outras mudanças no estilo de vida trazidas pela modernidade também estão no centro do problema. O sedentarismo aumentou. Cerca de 10% das crianças que passam mais de 1 hora na frente da TV são obesas. Como as crianças de hoje têm o mesmo tamanho daquelas de outrora, o resultado do maior consumo de calorias e do aumento do sedentarismo só poderia resultar em uma coisa: Obesidade.

Relacionamentos descartáveis Outubro 6, 2009

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Vivemos num mundo capitalista de configuração consumista que detesta tudo o que é durável, mas valoriza tudo o que seja de uso instantâneo. No consumismo não se valoriza o acúmulo de bens permanentes, porque priva o consumidor da possibilidade de experimentar novas sensações e isso leva a frustração e ao tédio, mas usar e descartar os bens em seguida, a fim de abrir espaço para consumir novos bens, usos e novidades mais novas do que um segundo atrás. Assim, uma pessoa bem sucedida é aquela que convive sempre com novidades, variedades e rotatividades. Disso, surge a cultura do descartável e do aluguel. Nessa cultura, você não compra, aluga. Nos relacionamentos seguem a mesma mentalidade da cultura do descartável. As pessoas e os relacionamentos se tornam descartáveis quando se aluga o corpo e o coração do outro por motivos utilitaristas. E assim, surge o risco de você ser abandonado pelo seu parceiro, sem o seu consentimento, quando você não for mais útil. Disso, surgem medos, inseguranças, incerteza, trocas, chantagens e superficialidades. Nesses tipos de relacionamentos, o compromisso e a fidelidade são isentos, porque gera privação de novas sensações, experiências, possibilidades. Porque o viver junto é substituído pelo ficar junto até quando houver vantagens, benefícios e satisfação.

Saiba guarda uma parcela do seu dinheiro Outubro 5, 2009

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Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um conjunto de investidores, com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aquisição de uma carteira de títulos ou valores mobiliários. Agora imagine que você não mora num prédio, portanto está fora do condomínio, e precisa escolher quem vai fazer a manutenção da piscina e da quadra esportiva ou quem vai contratar os seguranças? Provavelmente, terá mais trabalho em encontrar esses prestadores de serviços e gastará mais. Se estivesse num condomínio, essa seria uma tarefa para o síndico, com a vantagem de poder ratear com os outros condôminos esses custos. Situação semelhante poderia acontecer com você, caso estivesse sozinho no mercado financeiro. Caberia a você escolher os ativos para compor uma carteira de investimento. Isso significa analisar com freqüência riscos, nível de endividamento e expectativa de resultados de cada empresa da qual você comprou ação ou de cada banco do qual você adquiriu um CDB. Quem aguenta enfrentar tamanha trabalheira? Somente os especialistas. Por isso eles trabalham para os fundos. E os fundos trabalham para você.

A corrida pela fecundação Outubro 1, 2009

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Muitos casais enfrentam problemas de infertilidade. Alguns, por que já estão com uma idade mais avançada e outros por que o problema existe mesmo. O mercado que atende problemas de infertilidade, cresce no mundo inteiro. Em muitos casos, é mais voltado para lucros do que para solucionar problemas que atingem esses casais. Um casal é considerado infértil, quando depois de um ano de relações sexuais freqüentes e sem a utilização de nenhum método anticoncepcional, não consegue engravidar. Cerca de 10 a 20% dos casais tem problemas de infertilidade. Quanto maior a idade da mulher, maior a incidência deste problema. A crença popular, na maioria das vezes, atribui à mulher os problemas relacionados com a infertilidade, mas a estatística mostra que a porcentagem é proporcional a ambos os sexos, cerca de 30%. Os exames, para que se obtenha uma causa orgânica para essa infertilidade, são feitos pelos dois, homem e mulher. Quando não se descobre uma causa médica, é chamada de infertilidade sem causa aparente. Se descoberta a causa da infertilidade, o tratamento é específico. Para um casal que já tem filhos é sempre mais fácil conseguir engravidar. Se nunca teve e tenta há vários anos, a dificuldade aumenta. E se a mulher já tem mais de 40 anos, o quadro se torna mais específico e as chances diminuem.