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Cuide bem dos seus olhos Setembro 24, 2009

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Apesar de vivermos em um mundo onde a linguagem exige cada vez mais de nossos olhos, nem sempre nos lembramos de cuidar desta área tão fundamental e sensível de nosso corpo. Os olhos merecem cuidados especiais. Para o trabalhador de nossas cidades modernas, vivendo, trabalhando em lugares fechados onde o horizonte não tem mais do que cinco metros de distância, os músculos da convergência são sempre ativados e cansam. Isso gera tensões. A luz, com intensidade sempre igual, o olhar pregado à tela do computador ou da televisão, a monocromia, aliados a um trabalho irritante que gera tensões em todos os lugares do corpo, até no aparelho visual, são as causas principais que levam a distúrbios e a uma visão alterada. Esses costumes se não corrigidos cedo podem acarretar sérios problemas. Quem nunca ouviu falar que cenoura é bom para a visão? Cada vez existem mais evidências de que os nutrientes antioxidantes presentes em muitas plantas, incluindo nas cenouras ou outras frutas e vegetais vermelhos ou amarelos, óleos de peixe ou em vísceras podem ajudar a prevenir problemas de vista, que estão associados algumas das vezes com o envelhecimento. Nos Estados Unidos, cerca de 760 em 100.000 pessoas apresentam problemas de vista. As duas maiores causas da falta de vista, nos países ocidentais, são as cataratas e a degeneração macular associada à idade; ambas estão associadas à diabetes, obesidade e envelhecimento. Apesar dos problemas visuais não colocarem em risco a vida de quem os apresenta, estes limitam consideravelmente a sua independência, mobilidade e qualidade de vida. Existem cada vez mais estudos que mostram que os nutrientes antioxidantes, como a vitamina A, C e E, juntamente com os pigmentos carotenóides, como a luteína e a zeaxantina, encontradas nas frutas e vegetais, podem prevenir ou retardar o aparecimento destas formas de cegueira na velhice.

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Vícios em jogos Setembro 23, 2009

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O jogo existe desde a Antiguidade, mas seu casamento com tecnologia e turismo é um fenômeno do capitalismo do último século. Ele é um mecanismo de concentração de renda que causa dependência nas pessoas vulneráveis, que sofrem, contraem dívidas, perdem empregos, desamparam famílias. A evolução do jogador social para o compulsivo pode variar de seis meses a 20 anos. A forma habitual é a familiaridade com o jogo, quando há prática no contexto familiar. Depois ele chega nos jogos mais estruturados e de exploração comercial, como o jogo do bicho, bingo e loteria. Assim como todos os jogadores, eles perdem e ganham de vez em quando, mas a conjunção de problemas pessoais pelos quais a pessoa esteja passando naquele momento faz com que sua memória apenas registre os altos valores ganhos. Mas o que começa com uma brincadeira, pode tornar-se uma doença. Antigamente, a dependência do jogo era predominantemente masculina. As mulheres não apresentavam o problema, pois não freqüentavam os ambientes próprios de jogos de apostas. Devido ao aumento do número de casas de bingo nas cidades, as mulheres se aproximaram do jogo e passaram a desenvolver a dependência. Há alguns anos, a relação de jogadores patológicos era de três homens para uma mulher; hoje, essa relação é de um para um em alguns países. Os dados a respeito do vício em jogos de azar não são precisos. Estima-se que no Brasil, entre 1% e 3% da população sofra do problema. Isso é calculado com base em números de outros países, como EUA, Canadá, Austrália e países europeus.

Segurança no trabalho: direito ou obrigação Setembro 22, 2009

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O trabalho é um dos elementos que mais interferem nas condições e qualidade de vida do homem e portanto, na sua saúde. Muitas das lutas travadas por direitos trabalhistas que ocorreram no último século estão ligadas à demandas dos trabalhadores por um ambiente de trabalho saudável, e a própria existência de doenças profissionais, isto é, de enfermidades ligadas à atividade produtiva já era reconhecida pela Organização Internacional do Trabalho desde o início do século XX. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 retirou o assunto Saúde do Trabalhador do campo do Direito do Trabalho e o inseriu no campo do Direito Sanitário, isto porque existe um entendimento de que a saúde é um direito que não pode ser negociado e deve ser garantido integralmente. Apesar das relações Trabalho, Saúde e Doença dos trabalhadores serem reconhecidas desde os primórdios da história humana registrada, estando expressa em obras de artistas plásticos, historiadores, filósofos e escritores, é relativamente recente uma produção mais sistemática sobre o tema. Bernardino Ramazzini, médico italiano nascido em Módena em 1633, é considerado o Pai da Medicina do Trabalho pela contribuição de seu livro: “As Doenças dos Trabalhadores”, publicado em 1700 e traduzido para o português pelo Dr. Raimundo Estrêla. Nele o autor relaciona 54 profissões e descreve os principais problemas de saúde apresentados pelos trabalhadores, chamando a atenção para a necessidade dos médicos conhecerem a ocupação, atual de seus pacientes, para fazer o diagnóstico correto e adotar os procedimentos adequados. A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no século XVIII desencadeando transformações radicais na forma de produzir e de viver das pessoas e, portanto de seu adoecer e morrer, deu novo impulso à Medicina do Trabalho. Desde então, acompanhando as mudanças e exigências dos processos produtivos, e dos movimentos sociais, suas práticas têm se transformado, incorporando novos enfoques e instrumentos de trabalho, em uma perspectiva interdisciplinar, delimitando o campo da Saúde Ocupacional e mais recentemente, da Saúde dos Trabalhadores.

Todos querem respirar Setembro 21, 2009

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A poluição com que estamos sujeitos a conviver é uma realidade inquestionável. A instalação de indústrias na região sem o devido controle de emissões e o aumento da mobilidade baseado nos meios de transportes individuais vêm degradando o ambiente e afetando a qualidade de vida das pessoas, a eficiência econômica e a própria produtividade das cidades. A poluição da Grande São Paulo por exemplo, é pior do que se imaginava se considerada a presença de poeira fina nas medições realizadas pelos órgãos competentes. O ar metropolitano vem sendo reprovado no padrão máximo de poeira fina, que é de dez microgramas, e agora se observa praticamente o dobro dos índices suportáveis. Na prática, se o Estado começar a levar em consideração esses valores, o ar será considerado impróprio praticamente todos os dias. A poeira fina é considerada hoje pela Organização Mundial da Saúde, o principal indicador dos danos que a poluição provoca na saúde das pessoas devido à agressividade da poeira nos pulmões e na corrente sanguínea. A partir de meados do século XVIII, com a Revolução Industrial, aumentou muito a poluição do ar. A queima do carvão mineral despejava na atmosfera das cidades industriais européias, toneladas de poluentes. A partir deste momento, o ser humano teve que conviver com o ar poluído e com todos os prejuízos vindos “progresso”. Atualmente, quase todas as grandes cidades do mundo sofrem os efeitos daninhos da poluição do ar. Cidades como São Paulo, Tóquio, Nova Iorque e Cidade do México estão na lista das mais poluídas do mundo. A poluição gerada nas cidades de hoje são resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis como, por exemplo, carvão mineral e derivados do petróleo. A queima destes produtos tem lançado uma grande quantidade de monóxido de carbono e dióxido de carbono na atmosfera. Estes dois combustíveis são responsáveis pela geração de energia que alimenta os setores industrial, elétrico e de transportes de grande parte das economias do mundo. Por isso, deixá-los de lado atualmente é extremamente difícil.

Desafios da Educação a Distância Setembro 17, 2009

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Falar de educação hoje, tem uma abrangência muito maior, e fica impossível não falar na educação sem nos remetermos à educação a distância, com todos os avanços tecnológicos proporcionando maior interatividade entre as pessoas. Utilizando os meios tecnológicos a Educação a Distancia veio para derrubar tabus e começar uma nova era em termo de educação. Esse tipo de aprendizagem não é mais uma alternativa, para quem não disponibiliza da educação formal, mas se tornou uma modalidade de ensino de qualidade que possibilita a aprendizagem de um número maior de pessoas. Antes o Ensino a Distancia não tinha credibilidade era um assunto polêmico e trazia muitas divergências, mas hoje esse tipo de ensino vem conquistando o seu espaço. Porém, não é a modalidade de ensino que determina o aprendizado, seja ela presencial ou à distância, aprendizagem se tornou hoje sinônimo de esforço e dedicação de cada um. A educação a distância não surgiu do dia para a noite, tem uma longa história de experimentações, sucessos e fracassos. Sua origem recente está nas experiências de educação por correspondência iniciadas no final do século XVIII e com largo desenvolvimento a partir de meados do século XIX chegando aos dias de hoje a utilizar multimeios que vão desde os impressos à simuladores on¬line, em redes de computadores, avançando em direção da comunicação instantânea de dados. Do início do século XX, até a Segunda Guerra Mundial, várias experiências foram adotadas desenvolvendo-¬se melhor as metodologias aplicadas ao ensino por correspondência que, depois, foram fortemente influenciadas pela introdução de novos meios de comunicação de massa. No Brasil, desde a fundação do Instituto Rádio¬Monitor, em 1939, e depois do Instituto Universal Brasileiro, em 1941, várias experiências foram iniciadas e levadas a termo com relativo sucesso. Entretanto, em nossa cultura chama a atenção um traço constante nessa área: descontinuidade dos projetos, principalmente os governamentais. Entre as primeiras experiências de maior destaque está a criação do Movimento de Educação de Base¬MEB, cuja preocupação básica era alfabetizar e apoiar os primeiros passos da educação de milhares de jovens e adultos através das “escolas radiofônicas”, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Cuidados com a pele Setembro 15, 2009

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A pele é um espelho da saúde do corpo e não é nenhum exagero dizer que você estampa nela o seu verdadeiro estado de espírito. Ela é tão intimamente ligada às emoções que ficamos pálidos de medo, vermelhos de vergonha, franzimos a testa se estamos mais preocupados, rangemos os dentes devido ao stress, e assim sucessivamente. A pele pode nos mostrar o ritmo dos seus dias, o tipo de ambiente a que você esta exposto: seja ao sol, vento, ar condicionado, ambientes em que não vemos a luz solar, sob muitos refletores, mal hábitos como o cigarro, bebida, noites mal dormidas, ou seja, a pele revela tudo. E, além disso, pode mostrar a sua personalidade, se mais tímido, se bravo devido a algumas rugas de expressão e alegria. Assim a pele serve como um alerta e um protetor ao meio externo, por isso é sempre importante dar atenção para a ela. Os primeiros sinais da inevitável ação do programa genético que transforma a pele surgem na infância. Nos bebês, ela é lisinha, seca, brilhante. A partir dos 2 anos de idade, as glândulas sebáceas começam a funcionar e provocam a oleosidade. A pele umedece com o suor. Aparecem sinais, manchas e acne. À medida que envelhecemos, ocorrem mudanças significativas também nos principais ingredientes da firmeza e da elasticidade, o colágeno e a elastina. Só que, como o sistema genético varia entre as pessoas, acontece o que parece injusto: algumas peles enrugam antes do que outras. Além disso, as lesões cutâneas demoram mais para sarar em pessoas mais velhas porque há a queda de produção de sebo protetor e de irrigação sanguínea. Os atuais padrões de beleza que exigem pele saudável, macia, jovem e reluzente ajudam a lotar os consultórios dos dermatologistas, sobretudo de pessoas interessadas em prevenir ou combater o envelhecimento. A procura tem aumentado principalmente por causa da preocupação com a aparência. A pele é potencialmente reagente às agressões externas, entre elas a poluição e os cosméticos inadequados, sem falar no estresse. Não é raro sentir na pele aflições do organismo e da mente. Pessoas ansiosas, depressivas e estressadas somatizam seus transtornos na pele. E quase todas as doenças deixam um sinal dérmico que pode ser reconhecido por médicos.

O Significado da Cruz Setembro 14, 2009

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A cruz tornou-se símbolo de muitas coisas e pode expressar os sentimentos mais variados a quem a contempla. Ela é comum como um ornamento em igrejas. É colocada na capa de Bíblias e livros de canções religiosas. A cruz é usada por cristãos como uma séria declaração de fé. E por não cristãos, como um talismã de boa sorte. Nos cemitérios, ou à beira das estradas, uma cruz significa sinal de morte. Ali se encontra a lembrança de alguém que morreu. Há ainda a cruz feita de ouro, de prata, com pedras preciosas, expressando a beleza de uma jóia exibida por quem pode comprá-la e como um adorno. De fato a cruz se popularizou de uma forma grandiosa. Todas estas formas de usar uma cruz, são de fato formas criativas e saídas da rica imaginação humana. No entanto, parece que se perdeu o significado mais profundo de uma cruz. Ela é símbolo de sacrifício e de morte. Ela esteve presente também nos locais de execução de morte de criminosos. Esquecer que a cruz é símbolo de sacrifício e de morte, desvirtua o seu verdadeiro significado barateando o que ela de fato quer dizer.

O valor da verdadeira amizade Setembro 11, 2009

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O homem é um ser sociável, não nasceu para viver só, e a importância que os relacionamentos possuem é estudada na escola. A família, lugar em que acontecem os primeiros relacionamentos, não se escolhe, nessa o indivíduo nasce, é criado, e forma os primeiros vínculos afetivos. Mas a amizade é possível selecionar. Amizade é um sentimento de lealdade, confiança e amor, muito importante na vida. Lealdade essa, expressa através de manifestações de carinho. Um sentimento que não depende de faixa etária, poder aquisitivo, status, ou seja, amizade é o encontro entre duas pessoas que decidem colocar-se no mesmo plano, onde não há diferenças, ninguém é superior ou inferior. A amizade nasce espontaneamente, desenvolvendo-se gradativamente, caracteriza-se por uma grande afinidade baseada no respeito, no carinho, na ternura, na compreensão e na troca. O ser humano sempre sentiu a necessidade de estabelecer contato com o próximo. Os tempos foram passando e essa relação foi ficando cada vez mais importante para o seu desenvolvimento dentro da sociedade. Hoje, podemos dizer que, nós não conseguimos viver sem ter alguém para conversar, brincar, se divertir e passar os momentos mais importantes de nossas vidas. Essas pessoas que sempre estão do nosso lado, independentemente do momento que estejamos passando, nos dá animo e força para superar todo e qualquer obstáculo. Ter um amigo por perto é sinal de que você não estará sozinho quando a dificuldade chegar. Uma boa amizade é essencial para a saúde e só traz benefícios. É o alicerce na convivência com familiares, no namoro e no casamento. É sinônimo de alegria, fonte de conselhos, boa companhia, confiança, e exerce uma forte influência no comportamento das pessoas.

Serviço Voluntário e Terceiro Setor Setembro 10, 2009

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Atualmente muito se comenta sobre o Terceiro Setor, mas são poucas pessoas que conhecem profundamente sobre o tema. Principalmente no Brasil e nos países em desenvolvimento, considera-se como “Terceiro Setor” as ONGs, instituições de caridade e obras religiosas. Na conceituação tradicional, o primeiro setor é o Estado, representado por órgãos políticos. O segundo setor é o Mercado, composto por entidades privadas que exercem atividades privadas, ou seja, atuam em benefício próprio e particular. Em termos financeiros, o Estado aplica o dinheiro público em ações para a sociedade, enquanto o Mercado investe o dinheiro privado nas suas próprias atividades. O Setor Não Lucrativo é composto de organizações privadas sem fins lucrativos, que atuam nas lacunas deixadas pelos setores públicos e privados, em que buscam a promoção do bem-estar social. Quer dizer, o terceiro setor não é nem público nem privado, é um espaço institucional que abriga entidades privadas com finalidade pública.

O serviço voluntário tem sido valorizado pelo mercado?

Cuidado com os animais Setembro 9, 2009

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A Declaração Universal dos direitos dos animais prevê que que todos animais nascem iguais diante da vida e têm direito de existência e o ato que leva á morte de um animal, sem necessidade, é considerado um biocídio, ou seja, crime contra à vida. Direitos e deveres do homem em relação aos animais, saúde pública, curiosidades, questionamentos da classe veterinária e a situação real no país é o que vamos tratar a partir de agora. Será que cuidar bem é sinônimo deixar uma herança milionária, como aconteceu nos EUA com o cão maltês Trouble que no testamento de Leona Helmes deveria receber 12 milhões de dólares? É hora de ficar por dentro do diagnóstico da situação veterinária no Brasil. Medicina Veterinária nasceu quando o homem primitivo começou a domesticar o primeiro animal. Os mais antigos registros de nossa atividade profissional datam do Século XVIII, com informações gravadas no Papyrus Veterinarius de Kahun, com várias referências sobre a “medicina animal”. Mas a Medicina Veterinária moderna teve a sua origem em 1762 quando Claude Bourgelat criou, em Lyon, na França, a primeira Escola de Veterinária, instalando, ele próprio, a segunda em Maison Alfort, nos arredores de Paris, em 1765. No Brasil, a idéia de criação de estabelecimentos dedicados ao estudo da Medicina Veterinária foi despertada quando o Imperador Dom Pedro II visitou a Escola Veterinária de Alfort em 1875, só se concretizando, entretanto com o Decreto 8.319 de 20 de outubro de 1910, assinado pelo Presidente Nilo Peçanha. O documento tornava obrigatório o ensino da Medicina Veterinária. No mesmo ano foram criadas a Escola de Veterinária do Exército e a Escola Superior de Agricultura e Veterinária, ambas no Rio de Janeiro. A primeira turma da escola civil graduou-se em 1917. Três anos depois, fundava-se a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária – SBMV. O primeiro diploma legal a regulamentar a Medicina Veterinária veio com o Decreto 23.133 de 9 de setembro de 1933. Essa data foi escolhida posteriormente como o dia do Médico Veterinário. Em 23 de outubro de1968, houve a aprovação da Lei que estabelece a segunda regulamentação e cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária.